O que querem fazer com as crianças?

// 25 outubro, 2017 // Artigos

Uma ação infernal vem sendo orquestrada ao longo dos anos e tem como intuito tocar diretamente na inocência das crianças. A erotização precoce que está infiltrada nas músicas, nas programações infantis na tv e até na área de ensino visa despertar o mais cedo possível o interesse de nossas crianças por este assunto que jamais deveria fazer parte do cotidiano de um ser que ainda está na fase da inocência. É justamente esta inocência que querem tirar, para que se criem cada dia mais perdidos e tresloucados em suas tomadas de decisões.

Agora, até em nome da “arte” se torna natural um homem ficar pelado e se deixar tocar por uma criança de nove anos como aconteceu no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Precisam ser julgados e condenados no rigor da lei tanto o pseudo artista, o curador do museu, a mãe e todos que assistiram sem socorrer aquela criança desta agressão que ocorreu a sua inocência.

Já existem em torno de 20 países com leis tramitando para descriminalizar a pedofilia e tratá-la como doença. O pai cristão tem a obrigatoriedade de orientar o seu filho, lhe ensinando a proteger-se da ação dos pedófilos de plantão que geralmente estão disfarçados de boas intenções.

Pare de pensar que todo mundo é anjo e que seus filhos estão seguros com alguém que não seja você.

O site paisefilhos.com.br traz agumas orientações para os pais em como prevenir este mal que rodeia a todas as crianças. A melhor forma de prevenir é o diálogo. Claro que o tom da conversa vai depender da idade da criança. Se ela for pequena, diga que ninguém pode tocar em determinadas partes do corpo. Fale sobre o que é aceitável e o que não é. Assim, quando acontecer alguma coisa inaceitável (beijar na boca, tocar nos genitais), ela vai se manifestar.

Quanto maior a criança, mais aberto pode ser esse diálogo. Diga que ninguém é obrigado a fazer nada e trabalhe a auto-estima. Algumas meninas se sentem constrangidas em dizer “não”. Deixe claro que ela pode e deve estabelecer limites em relação ao seu corpo. O resto, “não converse com estranhos” e “não aceite nada de desconhecidos”, é óbvio! Diga, repita e insista nisso.

Em segundo lugar, preste atenção. Observe a relação de seu filho com outros adultos e fique de olho no comportamento dele. Se perceber alguma coisa diferente, como irritabilidade, ansiedade, tristeza ou comportamento sexualizado que não combina com a idade, você deve procurar um especialista. Um psicólogo vai identificar o problema.

Na maioria dos casos, a criança demora a falar do que aconteceu porque tem vergonha, acha que ninguém vai acreditar ou tem medo de levar uma bronca. É importante que aquela conversinha seja reconfortante para ela.

Um dos meios mais comuns de aproximação é a Internet. Por isso, lugar de computador é na sala. Como a criança sempre pode acessar da casa de um amigo, sem você por perto, oriente. Se estiver bem orientado, não vai deixar que estranhos se aproximem. Caso você desconfie de algum abuso, faça uma denúncia anônima pelo Disque 100. A ligação é gratuita.

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